O que ninguém sabe, ninguém estraga.

Sobre nós ninguém sabe ou imagina sequer. Nem nós esperávamos encontrar isto um no outro, seja lá o que isto for. Só sabemos que é bom, tão bom que ninguém precisa de saber. Não sabemos o que isto é, mas sabemos bem o que queremos e ainda melhor o que não queremos. Não sabemos o que somos, mas sabemos o que fazemos.

Tu tens o teu mundo, eu tenho o meu e nós temos o nosso. O segredo para isto funcionar é só um: separar os mundos até quando nem roupa há entre nós. O que ninguém sabe, ninguém estraga. A electricidade entre nós chegava para acender as lâmpadas todas do universo e a forma como a escondemos tão à vista só a faz crescer ainda mais.

Admito, mexes comigo. Não é qualquer um que me cativa como tu. Sabes falar quando deves falar e calar quando deves calar. Sabes agarrar daquele jeito só teu que me faz estremecer até quando penso que nada me abala. Gosto do que temos, porque é simples. Não há jogos, ilusões, promessas. Há o hoje e o agora. Há o sim e o não.

Hoje quero ser os finais das tuas noitadas de sexta-feira quando todos pensam que foste para casa e quero que sejas as minhas madrugadas de sábado quando todos pensam que estou cansada demais para sair. Amanhã logo se vê. Qual é a pressa? Se não fores o certo, és um excelente errado.

– Raquel Simões

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